Aulas on-line na pandemia
Mestres acompanhando por videoaula e ritmistas enviando vídeos para avaliação. Foi nesse período que nasceu o samba do próprio bloco.
Um bloco que estuda, ensina e leva para a rua a cultura das escolas de samba, com a bateria inspirada no Cacique de Ramos e o coração em Minas.
O Uai Cê Samba surgiu em 2020 do sonho de um grupo de amigos que já tocava em blocos de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro. A ideia: ir além de ouvir e assistir, e estudar o samba-enredo e as escolas de samba em sua plenitude e cultura.
Com o apoio de mestres de bateria de escolas renomadas do Rio e de um dos blocos de embalo mais conhecidos do país, o bloco virou um centro de estudos do samba em BH: oficinas de percussão, fundamentos do carnaval e o resgate da história do samba.

Cada carnaval, um tema e uma homenagem à cultura do samba.
Mestres acompanhando por videoaula e ritmistas enviando vídeos para avaliação. Foi nesse período que nasceu o samba do próprio bloco.
Sábado do pré-carnaval, na Av. Fleming (Pampulha), com tema das festas juninas: 50 ritmistas, trio elétrico, passistas, cantor e cavaco, para um público de cerca de 5 mil pessoas. “Viemos para ficar.”

Na Av. dos Engenheiros (Alípio de Melo), o bloco homenageou um dos fundadores do Cacique de Ramos e do Fundo de Quintal, referência da nossa bateria. 70 ritmistas e cerca de 30 mil foliões.

Celebração da tradição e da importância das escolas de samba de Belo Horizonte na preservação do carnaval da cidade.

Homenagem ao congado e reinado mineiro, patrimônio imaterial do Brasil. Estreia da ala Origem, com pais 80+ dos ritmistas, e da ala de dança, com a presença de Isabel Casimira, rainha do congado 13 de Maio.

Ensaios e oficinas semanais com mestre renomado e diretores de naipe experientes, com técnica para tocar melhor e se desgastar menos, respeitando os fundamentos e o toque de cada escola: Vila Isabel, Ilha do Governador, Mangueira e outras. A harmonia tem intérprete e cavaco com larga experiência em samba-enredo.

Um bloco diverso, onde cada pessoa é recebida com amor e carinho, respeitando suas diferenças. Famílias, amigos e amores se divertem juntos.




Samba como encontro: autoestima, amizade e menos ansiedade.
Ocupação do espaço público, gratuita e com ampla participação popular.
Debate sobre as raízes africanas do samba e do congado mineiro.

Cortejos, ensaios e encontros da bateria. Toque numa foto para ver em tela cheia.
Apresentações e encontros abertos ao público.
Nenhuma apresentação marcada agora. Siga o @uaicesamba para saber primeiro.